Carlos Gustavo Yoda

jornalista = comunicador de redes

Sobre o carnaval do abadá

Carnaval 2008. Globeleza. A cultura. O mercado. O Estado de S.Paulo entende que tudo se resolve esse ano entre Abadás e oferendas a Iemanjá, onde ficar em casa seria um pecado em Salvador. A capital baiana recebe nessa época 2 milhões de pessoas, segundo estimativas da Empresa de Turismo de Salvador (Emtursa).

O serviço publicitário destacou as informações sobre compra de abadás de Chiclete com Banana, Araketu, Daniela Mercury e Babado Novo, organizados pela Central do Carnaval e Ivete Sangalo.

“Da segunda metade do século XX para cá, chegaram os trios elétricos que romperam com a festa elitizada dos clubes e mansões. Só que hoje, o trio elétrico é quem atende à elite. A música do Caetano Veloso expressou muito bem em sua época: ‘Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu’ (1969). Com o passar do tempo, esse trio elétrico foi transformado em mercadoria e instrumento de ganho de capital. Então nasceu a corda para cercá-lo, e surgiram os blocos pagos, e os camarotes. Então, atrás do trio elétrico só vai quem pode pagar”, analisa o professor de Geografia da UFBA, Clímaco Dias, em entrevista à Carta Maior e Cultura e Mercado em 2007.

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