Carlos Gustavo Yoda

jornalista = comunicador de redes

Turismo dos bons negócios da inclusão social

A inter-relação das novas tecnologias da informação e da comunicação com o turismo foi o alvo de um artigo de Rubem Medina (secretário de Turismo da capital carioca) no Jornal do Brasil desse primeiro de janeiro de 2008. Conforme Medina, a inovação tecnológica intervém agora em, pelo menos, dois níveis: na inovação do cotidiano, que visa ao curto prazo entre o desejo e a realidade do novo consumidor; e a troca das práticas informativas menos intermediadas, de modo a implementar resultados positivos nos negócios.

“A tecnologia da informação aplicada ao turismo favoreceu-lhe a competitividade possibilitando a redução de custos. Uma empresa de turismo pode estar sintetizada num programa atualizado em planejamento e estratégia, inclusive, e tornar-se um negócio rentável”, acredita o secretário, que entende que a demanda vem do intercâmbio daria sentido ao “projeto maior”, que é o de “movimentar lazer e negócios e abrir caminhos para outros prazeres turísticos”.

O estar a um clique de qualquer lugar do mundo empolga o setor de turismo dos negócios. Mas também é ferramenta para inclusão social, conforme o Plano Nacional de Turismo – Uma Viagem de Inclusão (2007-2010). “Chegou a vez do turismo de inclusão. Uma inclusão na mais ampla acepção da palavra: inclusão de novos clientes para o turismo interno, inclusão de novos destinos, inclusão de novos segmentos de turistas, inclusão de mais turistas estrangeiros, inclusão de mais divisas para o Brasil, inclusão de novos investimentos, inclusão de novas oportunidades de qualificação profissional, inclusão de novos postos de trabalho para o brasileiro”, disse a ministra do Turismo Marta Suplicy, na introdução do Plano.

O Programa de Regionalização do Ministério do Turismo, por exemplo, é um modelo de gestão descentralizada, coordenada e integrada, com base nos princípios da flexibilidade, articulação, mobilização, cooperação intersetorial e interinstitucional e na sinergia de decisões. Atrelado ao conceito do “desenvolvimento sustentável”, os planos do governo federal segue a lógica da implementação de um “novo modelo de desenvolvimento”, buscando combinar desenvolvimento econômico com distribuição de renda e proporcionar a inclusão mercado de trabalho e na sociedade de consumo.

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