Carlos Gustavo Yoda
jornalista = comunicador de redesYoda.Jor.Br
caros amigos..
estarei atualizando o blog no domínio yoda.jor.br
notícias de içara vocês conferem em yodinha.blogspot.com
grande abraço, yoda..
Fórum reúne Mídias Livres em junho no Rio
Em junho, o Rio de Janeiro receberá o I Fórum de Mídias Livres. O evento deve reunir jornalistas, acadêmicos e ativistas pela democratização da comunicação de todo o país. A proposta surgiu a partir de uma reunião entre representantes de mídias independentes na capital paulista.
Renato Rovai, editor da Revista Fórum, afirmou que o encontro realizado em São Paulo foi histórico. A partir deste encontro já foram realizadas reuniões em Belém, Fortaleza, Recife e Aracaju. Os relatos de todos os pré-encontros você confere aqui.
Conforme Rodrigo Savazoni, do Intervozes, relatou em seu blogue, foi do jornalista Cláudio Cerri a mais inovadora leitura sobre a crise da agenda neoliberal. Em sua avaliação, os veículos de comunicação privados não mais querem impor uma agenda para a sociedade, mas sim impedir que sua agenda superada seja varrida do mapa.
“O que não é o mercado é corrupção”, sintetizou Cerri. Segundo Savazoni, “o problema, no entanto, é o quanto essa agenda foi internalizada, em processos do estado brasileiro, por obra do próprio governo Lula, e seu pragmatismo. Nesse caso, não há choque de agendas, mas sim convergência de expectativas. E isso a imprensa alternativa deveria apontar”.
O evento acontecerá nos dias 14 e 15 de junho de 2008 na Escola de Comunicação da UFRJ e as inscrições estão abertas aqui. O Fórum de Mídias Livres também está com uma comunidade no orcuti.
Opinião Nacional contra a Justiça Eleitoral
As Eleições 2008 já começaram e a primeira disputa acontece pela liberdade de comunicação entre candidatos e eleitores. Acontece que o Tribunal Superior Eleitoral emitiu um parecer a pedido de um deputado proibindo o uso de qualquer ferramenta da internet além da página do candidato.can.br durante os três meses de campanha.
O debate não ficou restrito às matérias e equívocos dos jornalões. A blogosfera manifestou-se fervorosamente nas últimas semanas e nesta quinta-feira (17 de abril), o programa Opinião Nacional, transmitido pela TV Cultura em São Paulo e pela rede pública de televisão para todo o Brasil, promoveu um debate fundamental que deve possibilitar uma ampla aliança nacional contra a tentativa do TSE de legislar sobre a rede mundial de computadores.
Participaram da acalorada conversa Sérgio Amadeu – sociólogo e doutor em Ciências Políticas; Marcelo Tas – apresentador, escritor e roteirista de televisão;
Manuela D´Ávila – deputada federal PCdoB/RS, pré-candidata à prefeitura de Porto Alegre; Ana Flora França e Silva – especialista em Direito Eleitoral, Secretária Judiciária do TRE-PR; Júlio Semeghini Neto – deputado federal do PSDB/SP; e José Américo – vereador do PT/SP.
É consenso entre legisladores e comunicólogos que as determinações do TSE, apresentadas em resposta na Resolução 22.718 assinada pelo Ministro Ari Pargendler, são absurdas. A Justiça Eleitoral trata a internet como meio de comunicação de massa, burramente, como o rádio e a televisão.
O parecer do TSE ainda precisa ser incluído na pauta do Supremo Tribunal Federal e aprovado pelos ministros. Até lá, os parlamentares prometem articular os partidos no Congresso para a realização de uma audiência pública. Quatro partidos já manifestaram-se contra a orientação da Justiça: PSDB, PCdoB, PT e o Partido Popular Socialista que já encaminhou uma nova consulta ao Tribunal solicitando revisão da resolução.
O Portal da Eleição Digital (projeto desenvolvido pel’A Ponte) está com uma enquete sobre o assunto e está sendo atualizado diariamente com novidades e dicas para candidatos, assessores, comunicadores e eleitores aproveitarem ao máximo as possibilidades da web e da comunicação digital.
Edney, do Interney, enviou dois linques para textos com excelentes reflexões sobre o assunto no blog Imprensa Marrom. Partilho com vocês os argumentos:
- INTERNET E ELEIÇÕES: O QUE “PODE” E O QUE “NÃO PODE” SEGUNDO O TSE
Nota póstuma
Sei que já se passaram alguns dias, mas preciso deixar registrada a partida de Sérgio de Souza, capitão da revista Caros Amigos desde seu princípio em 1997, faleceu no último dia 25 de março. Serjão se foi aos 73 anos, e deixa uma geração de jornalistas que encontrou em seu exemplo outros caminhos e outras histórias a serem contadas.
Na última entrevista de Serjão (realizada para em fevereiro deste ano por e-mail para um trabalho acadêmico, ele contou um pouco sobre sua trajetória e dos desafios da imprensa alternativa no Brasil.
Em nota na Agência Carta Maior, Verena Glass afirmou que, “para nós que tivemos o enorme privilégio de estar com Serjão em algum momento de sua vida, alguma farpa da sua força e incrível energia criadora ficou presa num recanto do nosso ser. Sérgio de Souza semeou ventanias. Precisamos, nós, fazer com que continuem ventando ventos de rodamoinhos e transformação”.
Temas prontos para Blogger.com
Escrevo menos do que gostaria ultimamente, mas a fase se faz necessária para me aprofundar no desenvolvimento de blogues e portais da maneira mais fácil de ser reproduzida e com o máximo de customização do usuário. Estou trabalhando nos últimos tempos em uma proposta de aproveitar temas (templates) prontos e compartilhados na rede para o Blogger (blogspot).
O desenho deste blogue, por exemplo, é disponibilizado pelo Blog Ingeniería gratuitamente. Veja a página de exemplo sem as alterações que eu fiz para publicá-lo.

Se você quer criar um blogue e não sabe por onde começar, recomendo que crie uma conta no Blogger, comece já a publicar e confira duas centenas de desenhos no BTemplates. Se você já é um usuário do Blogger, não deixe de conferir também está dica e entre outras dezenas de bons saites que compartilham suas criações.
Muitos dos temas disponíveis para o Blogger foram criados com base em projetos para o WordPress. Por que eu recomendo você a utilizar o serviço de blogues do Google? Porque no wordpress.com você precisa pagar para poder customizar e personalizar sua página completamente. A não ser que você acesse wordpress.org e utilize o código aberto hospedando o WordPress em seu servidor, que pode ser pago ou gratuito.
Não se esqueça de preservar os linques para os criadores do tema. Do resto, fique à vontade para criar na web.
Aprendi com meu avô
Gambiarra é o nome dado informalmente ao procedimento necessário para a configuração de uma solução ou artefato improvisado.
fonte: Wikipedia
Aprendi com o meu avô a desenvolver páginas na internet. Criar um website, fazer sua homepage, não é nenhum bicho de sete cabeças. Para isso basta aprender com os tropeços de quem já fez e explorar as informações disponíveis na rede sobre como desenvolver web sem precisar ser um mestre de obras dos códigos fontes.
Meu avô era pedreiro, mas não ficava para trás nas conversas com os engenheiros. Na minha passagem como servente (lá se vão mais de doze anos), me ocupava mais em desconstruir, derrubar paredes, retirar azulejos, remover um vaso sanitário. Na hora de colocar tudo novo no lugar uma massa bem feita resolve.
O segredo está na mistura do arroz com o feijão. Arroz por baixo, feijão por cima, misturar pelas beiradas do prato. Quem diz ser o contrário, nunca pegou na enxada. Hoje os dias são mais preguiçosos e o quintal começa a formar um matagal. Nada que se resolva, um dia acordo inspirado e atendo as orações da minha esposa.
Por hora sigo explorando as possibilidades da comunicação na internet nos tempos de uma sociedade da informação com a mediação descentralizada. Os erros e os acertos compartilho neste espaço com vocês.
Gravadoras procuram recuperar mercado em parceria com MySpace
MySpace junta-se à Universal, Sony e WEA em site de música. É o “mais novo esforço da debilitada indústria musical para conter o declínio de suas perspectivas”, segundo o jornal New York Times.
O serviço será gratuito e paga-se com publicidade. Em troca dá streaming, listas personalizadas, grupos de amigos e download. Fala-se em cobrar uma assinatura mensal para download ilimitado.
“Chris DeWolfe, executivo chefe do MySpace, uma divisão da News Corporation, descreve o serviço, que será apresentado no fim deste ano, como um lugar só para toda a música, nas suas variadas encarnações digitais.”
A blogueira Ana Carmen diz que é bonito ser testemunha das transformações desses tempos: “Comecei a trabalhar justamente nessa área: primeiro tive um programa de rock no rádio, depois pesquisei música no Centro Cultural São Paulo, fui produtora da MTV, repórter da seção cultural de dois jornais, cansei as pernas em shows em estádio de futebol e festivais. O negócio todo mudou tão radicalmente, caramba. Não sobrou nada desse império das grandes gravadoras. Posso ouvir sua queda”.
Lei Geral das Artes esquenta debate de financiamento da cultura
A coluna da Sonia Racy, no jornal O Estado de São Paulo desta terça-feira, 25 de março, publica a seguinte nota, referindo-se a Celso Frateschi:
“O dublê de ator e presidente da Funarte não quer remendos na Lei Rouanet. Sua meta é ‘reformar todo o edifício em vez de fazer um puxadinho’. Para tanto, mandou para o forno projeto que vai dar o que falar na classe artística. A ‘Lei Geral das Artes’ não só deve aperfeiçoar os mecanismos de renúncia fiscal como descentralizar incentivos culturais”.
Cultura e Mercado não concorda com a coluna ao classificar Celso Frateschi como dublê. É um ator e um ativista cultural respeitado, com grandes serviços prestados à comunidade.
Não obstante, quer conhecer o projeto, seus fundamentos, para debatê-lo publicamente. E coloca algumas questões para aquecer essa discussão:
1) Nada mais importante que a criação de uma Lei Geral das Artes. O mais importante é que as artes recebam finalmente um tratamento compatível com sua relevância social, educativa e como expressão dos indivíduos e de grupos sociais. E não apenas por sua faceta mercadológica, como o tratamento dado às artes pelas câmaras setorias criadas recentemente pela Funarte o faz.
2) Que a sociedade e as organizações culturais sejam articuladas, consultadas e participadas do processo, sob o risco de vivenciarmos uma nova Ancinav, ou mesmo uma Lei Geral das Comunicações. Ainda há tempo e capital político para se discutir algo dessa dimensão, mas é preciso aprender com o passado.
3) Se a Lei Geral das Artes vai substituir a Lei Rouanet, corre o risco de nascer equivocada. A lei de incentivo é somente um mecanismo para convocar empresas a participação dos processos culturais do país. Não é uma lei de financiamento público às artes. Se o Ministério da Cultura o tem nessa conta, está equivocado e contribui para que a sociedade o entende de maneira igualmente equivocada. Ou seja, que venha a Lei Geral, mas não é preciso acabar com os incentivos e toda uma dependência do mercado, para sancioná-la. São dois departamentos diferentes, que estão ligados por pura falta de novos mecanismos de financiamento, como os aqui propostos.
4) Ainda sobre o discurso anti-Lei Rouanet deste governo, vale ressaltar que alguns veículos de comunicação atribuíram a fala do presidente da Funarte como algo científico e embasado por números. Mas na verdade há um monte de achismos. Não há nada que prove que o público do teatro diminuiu e os preços aumentaram por causa da Lei Rouanet. Ela virou bode expiatório da própria inabilidade governamental para lidar com este que é o principal instrumento de financimento à cultura.
5) Por último e ainda sobre a Lei Rouanet, vale ressaltar o que já é público e notório. Sua revisão e reformulação é mais do que necessária. O que não podemos mais assistir é o açoitamento público deste mecanismo, como se ele não fosse responsabilidade do próprio governo.
Publicado originalmente em Cultura e Mercado
"A internet é o último reduto do jornalismo independente", afirma Amorim
O jornalista Paulo Henrique Amorim afirmou em seu novo endereço que o blog Conversa Afiada nunca mais estará pendurado em um portal da internet. Segundo Amorim, nenhum blog de relevância política nos Estados Unidos, por exemplo, está ligado a um portal da forma como acontece no Brasil.
“Essa é a virtude da internet: último reduto do jornalismo independente”, completou, citando alguns exemplos de bons blogs de política nos Estados Unidos: http://www.huffingtonpost.com ou http://www.talkingpointsmemo.com.
“Se você acha que o Farol de Alexandria e o presidente eleito são dois impostores; se você gosta do Festival do Tartufo Nativo;
se acha que o PIG, além de ilegível, não tem salvação; que os portais da internet brasileira são uma versão – para pior – do PIG; que a Veja é a última flor do Fascio
; que o Ministro (?) Marco Aurélio de Mello deveria ser impeached; que Daniel Dantas deveria estar na cadeia;que Carlos Jereissati e Sergio Andrade vão ficar com a “BrOi” sem botar um tusta; que a “BrOi” significa que o Governo Lula vai tirar Dantas da cadeia; que chega de São Paulo, porque está na hora de um presidente não-paulista etc etc etc … se você acha tudo isso, continue a visitar o Conversa Afiada neste novo e renovado espaço”.
Amorim desconfia que o resultado do fim do contrato esteja relacionado com algum acordo de “limpeza ideológica” entre o iG, a Brasil Telecom e os seus acionistas. Leia um pouco sobre o que Conversa Afiada vem denunciando sobre os negócios da informação com o Partido da Imprensa Golpista e o mercado de ações.
. A Folha disse – numa manchete fora-a-fora, na primeira página – que o negócio da “BrOi” estava fechado (clique aqui).
. Lauro Jardim, cuja carreira Luis Nassif passou a acompanhar com atenção (clique aqui para ler o dossiê da Veja, no blog do Nassif), anunciou várias vezes que o negócio estava fechado.
. O Valor, Estadão, Globo, o Ministro das Comunicações, depois de entrevistar-se com o ET de Varginha (clique aqui para ler a participação decisiva do ET na “BrOi”), todos, todos do PIG invariavelmente diziam que o negócio já estava fechado.
. Se os jornalistas (e o PIG) fossem minimamente sérios, a certa altura se perguntariam: que fonte em off é essa que me diz uma coisa que não acontece ?
. Se os jornalistas fossem minimamente sérios (e o PIG) também se perguntariam: mas, que fonte essa que vende uma mercadoria que não entrega – será que ela quer me usar ?
. Se os jornalistas fossem minimamente sérios e o PIG também abririam a fonte: identificariam a fonte que manipula as informações.
. E se a fonte manipula as informAÇÕES, manipula as AÇÕES, também…
. Logo, a fonte em off, que diz que a “BrOi” vai sair e não sai, ganha rios de dinheiro às custas dos jornalistas e do PIG.
. Isso, se os jornalistas e o PIG forem ingênuos: porque, uma das hipóteses é que os jornalistas e o PIG sejam sócios das fontes em off e manipulem as AÇÕES, eles, também.
. É uma patranha.
. O pato é o leitor do PIG …
. E a Comissão de Valores Mobiliários, a CVM ?
. Sobre a Comissão de Valores Mobiliários e o papel do Ministério Público, veja a entrevista com o Deputado Miro Teixeira, que está intrigado com a relação entre a lei e a “BrOi” (clique aqui).
Em tempo: clique aqui para ler por que o PIG não fala (mal) de Daniel Dantas. Note que a irmã de Dantas financiou com milhões de dólares a empresa de Verônica Serra, filha de José Serra.
Leia mais clicando aqui.
IG cancela contrato com Paulo Henrique Amorim
O site Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim, foi retirado do ar repentinamente pelo portal IG, na última terça-feira (18), sem nenhuma explicação aos leitores que buscassem acessar o conteúdo veiculado naquele espaço. O contrato da empresa com o jornalista tinha validade até 31 de dezembro de 2008.
Segundo o Portal Imprensa, a alegação oficial para o rompimento do contrato teria sido a suposta “baixa audiência” do site. No entanto, dados publicados pelo próprio IG em sua Central do Anunciante, relativos a setembro de 2007, atestam que o Conversa Afiada mantinha cerca de 475 mil visitantes únicos por mês e o número mensal de impressões do conteúdo do site chegava a quase 3,3 milhões de páginas.
“Além de cair em contradição ao tentar justificar um ato de censura, o IG mente e desrespeita os usuários ao impedir o acesso a todo o conteúdo do site publicado nos últimos anos”, critica o deputado federal Dr. Rosinha (PT/PR), condenando a forma como o portal bloqueou o acesso a todo o conteúdo publicado por Amorim.
Caio Túlio Costa, diretor presidente do iG, declarou em nota na terça-feira que “o iG não abre mão da sua independência e da necessidade de manter-se uma empresa equilibrada e saudável”, seja lá o que isso queira dizer, e que segue firme na determinação de ser um portal que aposta na pluralidade de opiniões, no respeito à liberdade de expressão e no protagonismo dos internautas.
O site de Paulo Henrique Amorim permaneceu fora do ar por nove horas. Em seu novo endereço na internet, o jornalista relata que o portal se limitou a enviar-lhe uma notificação avisando que o contrato se rescindia de acordo com cláusula que previa um aviso prévio.
“Não é a primeira vez que me mandam embora de uma empresa jornalística”, disse. “Só o Daniel Dantas me tirou do ar duas vezes: na TV Cultura e no Uol”, acrescentou. O iG é de propriedade da BrT, que é controlada por um consórcio formado pelo Citibank e por fundos de pensão. Ex-sócio da BrT, o empresário Daniel Dantas, do grupo Opportunity, tem disputas judiciais milionárias com os atuais controladores da empresa.
Boicote e manifestações
Nesta quarta-feira, em solidariedade a Paulo Henrique Amorim, o diretor de redação da revista CartaCapital, Mino Carta, anunciou que está retirando seu blog do portal. Em seu comunicado, afirmou que “o abrupto rompimento do contrato que ligava o jornalista ao portal ecoa situações inaceitáveis que tanto Paulo Henrique quanto eu conhecemos de sobejo, de sorte a lhes entender os motivos em um piscar de olhos”.
Mino Carta acrescentou que não levantaria “conjecturas” acerca dos interesses que teriam motivado o afastamento, já que o “leque das possibilidades” não se mostrava muito amplo. “Basta averiguar quais foram os alvos das críticas negativas de Paulo Henrique neste tempo de `Conversa Afiada´”, escreveu Mino Carta.
Para o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, a decisão do IG expressou a propensão da grande mídia por “manipular e boicotar” as “opiniões que vão além do pretenso pensamento único”. “Com dose incomum de independência, Paulo Henrique Amorim tem denunciado o chamado PIG (Partido da Imprensa Golpista) e rastreado suas incoerências. Quem perde com a demissão é o IG”, disse o sindicalistas.
